Essa é, sem dúvida, a pergunta mais comum de síndicos e administradoras. A resposta honesta é: depende do tamanho do condomínio, da quantidade de pontos a cobrir e do nível de tecnologia escolhido. Mas dá para entender os fatores que compõem esse orçamento antes de pedir uma proposta.
O que entra na conta
- Quantidade de câmeras — depende do tamanho e número de pontos de acesso do condomínio
- Resolução das câmeras — imagens em alta definição custam mais, mas fazem diferença na hora de identificar um rosto ou placa
- Tipo de gravação — DVR local, nuvem, ou híbrido (impacta custo inicial e mensalidade)
- Controle de acesso — biometria, RFID ou reconhecimento facial têm custos diferentes
- Cabeamento e infraestrutura — condomínios mais antigos podem precisar de mais obra civil para passar cabos
- Manutenção — vale considerar um contrato de manutenção preventiva, não só a instalação
Como reduzir custo sem abrir mão de segurança
- Priorizar os pontos de maior risco primeiro (ver artigo sobre onde colocar câmeras) em vez de cobrir tudo de uma vez
- Negociar um plano de implantação em fases, distribuindo o investimento ao longo de alguns meses
- Avaliar se o cabeamento existente pode ser reaproveitado, reduzindo custo de obra
O erro mais caro: escolher só pelo preço mais baixo
Sistemas muito baratos costumam usar câmeras de baixa resolução e equipamentos sem suporte técnico de qualidade — o que gera um custo invisível: manutenção frequente, imagens que não ajudam em uma investigação, e a necessidade de trocar tudo poucos anos depois.
Como a Solution ajuda
Fazemos uma avaliação gratuita e apresentamos um orçamento claro, sem letras miúdas, mostrando exatamente o que está incluso. Também ajudamos a planejar a implantação em fases, se esse for o caminho mais viável para o seu condomínio.