Muito síndico investe em câmeras, mas comete um erro comum: instala em pontos aleatórios, sem seguir uma lógica de cobertura. O resultado é um sistema caro que deixa brechas justamente nos lugares mais visados. Estudos mostram que condomínios com sistema de videomonitoramento bem planejado registram até 67% menos ocorrências criminais — mas isso só funciona quando as câmeras estão nos pontos certos.
Os 6 pontos que nunca podem ficar sem câmera
- Portão principal / cancela de veículos — todo mundo que entra ou sai passa por aqui
- Portaria e guarita — protege o porteiro e registra quem se identifica na entrada
- Garagem e vagas de visitante — área com alta incidência de furto de veículos e objetos
- Áreas comuns (salão de festas, playground, academia) — previne vandalismo e conflitos
- Elevadores e halls de acesso aos blocos — ponto de passagem obrigatório
- Perímetro externo (muros e cercas) — identifica tentativa de invasão antes que aconteça
O erro mais comum: só olhar para dentro
Um levantamento da Sindiconet mostra que 75% das ocorrências em condomínios acontecem por falha humana ou no controle de acesso — não pela ausência de vigilante. Ou seja: a maior parte dos problemas começa na entrada, não dentro do condomínio. Por isso, cobrir bem o perímetro externo e a área da guarita costuma valer mais do que multiplicar câmeras nas áreas internas.
Importante: o que pode e o que não pode ser filmado
A legislação garante o direito à privacidade dos moradores. Isso significa que câmeras podem cobrir áreas comuns (portaria, garagem, corredores), mas nunca podem captar o interior de apartamentos ou áreas privativas. Um projeto bem-feito de câmeras já nasce respeitando esse limite.
Como a Solution ajuda
Fazemos uma visita técnica gratuita para mapear os pontos de maior risco do seu condomínio antes de sugerir qualquer equipamento — assim você investe onde realmente importa, sem gastar em excesso nem deixar brecha.